Uma investigação recentemente divulgada pelo New York Post  revelou dados interessantes a respeito de casais que tentam ter um filho. De acordo com o estudo, um casal faz sexo 78 vezes, em média, antes de conseguir engravidar.

Em termos de dias, depois de um casal decidir engravidar, levam um total de 185 dias (pouco mais de seis meses) até que os exames deem positivo.

Em termos de posições praticadas por quem quer aumentar a família, a mais tradicional é o missionário, favorita em 75% dos casais.

Em segundo lugar, temos o estilo designado “doggy style”, adorado por 36% dos casais. Em terceiro lugar, a posição mais praticada é a de águia, que é quando a mulher está deitada enquanto o homem, de joelhos, segura as pernas dela para cima.

O estudo recolheu dados de 1.194 homens e mulheres – todos eles admitiram que o casal começou a fazer muito mais sexo depois da decisão de ter um filho. Dos entrevistados, 10% afirmaram que a frequência sexual estava entre 15 e 20 vezes por mês – um em cada 20 casais tinha relações quase diariamente.

Cinco por cento dos casais planearam ter filhos mesmo com uma frequência sexual não muito alta: uma vez por mês. Outro dado interessante foi o facto de que, ainda que todos tenham dito que adoram ter relações, 51% dos entrevistados afirmaram que, a partir do momento em que a ideia de ter um filho surge, o sexo se torna mais uma tarefa do que um ato prazeroso.

É fácil entender essa questão de “tarefa”; afinal, a pressão para engravidar é grande – 43% dos entrevistados se diziam pressionados e com medo de descobrir que a gravidez não tinha acontecido depois de tanto esforço.

Na tentativa de ter filhos, a pesquisa revelou que são as mulheres que tem mais iniciativa na altura do sexo – 20% das entrevistadas revelaram que, para ter mais probabilidades de engravidar, começaram a dar o primeiro passo, e 13% delas afirmaram que, inclusive, passaram a investir em roupas íntimas para “animar” o parceiro. Mas não para por aí: uma em cada 16 mulheres afirmou que chegou a marcar pequenas viagens ou férias para que o casal tivesse tempo só para si mesmo.

As mulheres também ficaram de olho nos seus dias férteis: metade delas tiveram o cuidado para tentar garantir mais sucesso nas tentativas. Em termos de alimentação, 39% das mulheres melhoraram a dieta e passaram a tomar algum tipo de vitamina.

A vontade de ter um filho às vezes foi tão grande que 5% das entrevistadas afirmaram ter utilizado algum tipo de “simpatia” de fertilidade. A investigação mostrou também que pouco menos de um terço dos casais engravidou já no primeiro mês de tentativas e que um quinto levou entre um e três anos até o tão esperado resultado positivo.

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