Apatia, imobilidade, mudez, incapacidade de se alimentar. Com sintomas semelhantes com os do como, a Síndrome da Resignação, doença registada na Suécia desde 2005 e que atinge refugiados de 8 a 15 anos de idade, está a ser investigada por investigadores que procuram descobrir as suas causas.

Na época, cerca de 400 crianças foram diagnosticadas com esta síndrome – apenas em 2016 foram aproximadamente 60 casos. Ao estimular as crianças de forma semelhante à realizada com pacientes em coma, os médicos não alcançaram nenhum resultado, o que os levou a refletir que essa seria uma doença psicológica, sem danos cerebrais.

Para os especialistas, a Síndrome da Resignação é causado por dois fatores: os assédios sofridos nos seus países de origem e o medo de terem de retornar à sua antiga vida. Algumas crianças levaram semanas, meses ou até anos para se recuperar.

Segundos os especialistas, tal fenómeno acontece porque os jovens não ficam saudáveis até se sentirem 100% seguros, independentemente do local onde estejam. O Conselho Sueco de Saúde e Bem-Estar definiu, então, que a solução para a síndrome – existente apenas no país escandinavo – é permitir que as famílias dessas crianças fixem moradia no país.

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