O corpo humano e as suas capacidades ainda não foram completamente desvendadas. Todos os dias investigadores de todo o mundo avançam nesse sentido, recebendo com frequência novas informações sobre o nosso organismo. Neste artigo, reunimos informações científicas para revelar quais os sinais do corpo que não conseguimos controlar por mais que tentemos.

1. Efeito limiar

Um grupo de psicólogos da Universidade de Notre Dame descobriram o “efeito limiar”. Quando atravessamos um limiar, esquecemos a informação mais rapidamente. “A nossa mente percebe o limiar como uma espécie de barreira que separa os acontecimentos em “antes” e “depois”. O que acontencia antes de passar pelo limiar, era apagado da memória a curto prazo e armazenado nos “arquivos” da consciência”, afirma o professor Gabriel Radvansky, que realizou a investigação. A informação “antiga” é eliminada para dar espaço a novos dados.

2. Ficar “vermelho”

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Esta reação fisiológica ocorre em momento de grande stress (atenção excessiva por parte dos outros, nervosísmo antes de uma falta em público, um elogia inesperado, etc.). O organismo quer proteger-se e entra em estad de alerta: liberta adrenalina, os músculos ficam tensos, os batimentos cardíacos aumentam e surge um pouco de febre. O rubor acontece quando os vasos capilares se dilatam para que o excesso de calor seja liberado. Assim, o corpo reduz a temperatura corporal.

3. Sensação de queda durante o sono

A sensação de queda no vazio ou alucinações hipnagógicas acontecem quando o cérebro adormece antes que o corpo seja “desligado”. O estado contrário a este é o da paralisia. Nesse caso, o cérebro acordar antes de o corpo ser “iniciado”: durante algum tempo, permanecemos deitados incapazes de mover nem sequer um dedo, totalmente conscientes do que acontece ao redor.

4. Inalar por uma única narina

O ser humano respira várias vezes apenas através de uma fossa nasal: isto ocorre porque alternamos as fossas nasais a cada 4 horas. Investigações demonstram que inalar através da narina esquerda ativa o hemisfério direito. Já a inalação através da direita ativa o hemisfério esquerdo. Portanto, trocando a sua forma de respirar é possível ativar a parte criativa ou lógica da sua personalidade.

5. Ver estes “insetos” semitransparentes

Não são insetos, mas glóbulos vermelhos. São pedaços de proteínas e outros tipos de resíduos de tecidos dentro dos olhos. Nós os vemos porque projetam as suas sombras na retina do olho. O fenómeno ocorre em tempos irregulares e sempre de forma espontânea.

6. Falar durante o sono

Sgundo a Academia Norte-Americana da Medicina do Sono, cerca de 5% dos adultos falam ao dormir. O médico W. Christopher Winter afirma que, de forma geral, tal acontece nas primeiras duas horas de sono, quando o corpo relaxa demasiado, entra em fases de sono profundas, mas o organismo ainda conta com muito tónus muscular, capaz de produzir sons.

7. Sonhar

Existem 10 teorias básicas que tentam explicar os sonhos. Freud acreditava que são desejos ou intenções reprimidos. O psiquiatra americano Allan Hobson tinha certeza de que os sonhos não fazem sentido, e são apenas o resultado de impulsos elétricos casuais. O fenómeno ainda não foi totalmente estudado, e é possível encontrar muitas respostas. Mas, continua a ser possível controlar os nossos sonhos, e mesmo se dividirmos toda a nossa vida com outra pessoa, os sonhos que a mente cria continuam a ser únicos e pessoais.

8. Efeito placebo

O placebo é utilizado desde os séculos 18-19. Por exemplo, o médico russo Matvey Mudrov dava aos pacientes pós “dourados” e “prateados” que aliviavam as dores. Após a morte do médico, descobriu-se que o principal componente daqueles pós eram simplesmente giz moído. Os placebos não curam doenças, mas levam a um estado de melhoria subjetiva. Curiosamente, o efeito placebo é mais forte quando o “medicamento” é aplicado por via injetável.

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