Recentemente, uma família residente no Reino Unido alegou que a filha de 15 anos cometeu suicído depois de sofrer alergia ao WiFi. A patologia tem sido designada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de hipersensibilidade eletromagnética (EHS), que causaria tonturas e irritação na pele.

Um grupo de pessoas que afirmavam ser sensíveis a sinais eletromagnéticos provenientes de WiFi, ecrãs de computadores e telefones participaram numa investigação para apurar a vericidade da patologia. De acordo com as vítimas, bastava aumentar a distância entre essas fontes de WiFi e os sintomas desapareciam.

Falta de bases científicas

A Organização Mundial de Saúde não carateriza a hipersensibilidade magnética como um diagnóstico médico, ainda que não duvide dos sintomas apresentados pela pessoas que dizem sofrer dessa doença. A organização acredita que não existe base científica que comprove que as frequências eletromagnéticas possam causar algum tipo de alergia ou tontura.

Os ditos sintomas apresentados por pessoas que alegam ter EHS são facilmente reconduzidos a diversas outras doenças, portanto é necessário um acompanhamento de cada caso para identificar a real patologia que o paciente apresenta.

No entanto, existem outros casos que surgem por todo o mundo: nos EUA, uma família intentou uma ação judicial contra  uma escola privada depois de ser instalado um “sistema de WiFi com capacidade industrial” e, supostamente, teria causado problemas de saúde no seu filho. Na França, uma mulher alega que necessitou de viver sem eletricidade a partir do momento em que os seus sintomas relacionados à EHS se agravaram.

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